Estamos caminhando para um grande aprendizado. Vimos neste momento que o saber é um direito de todos, e, que o desenvolvimento cognitivo é de cada sujeito . Desta forma, a evolução da tecnologia é para todos. O que percebe-se é que as tensões geradas pelas diferentes visões sobre a tecnologia e a educação, como a visão instrumental e o determinismo tecnológico precisam ser complementares, para evitar uma dicotomia infértil que não aponta caminhos para um novo pensar e um novo agir com relação aos desafios que já faziam parte do contexto escolar.
Existe a questão do individuo de ser e pertencer ao mundo em que vive. Para ser e pertencer em mundo que tem avanços tecnológicos como um construto humano, é necessário dar condições de acesso à essas inovações, bem como, apresentá-las de forma que o sujeito interaja com esses instrumentos levando em consideração suas percepções, seus sentimentos, sua historicidade e sua cultura. Ficamos lentos na forma que a tecnologia acontece, devido as restrições econômicas, sociais e interesses do sistema neoliberal nos impõe. O que é interessante a "massa" ter acesso? Por que a visão de que a tecnologia não pode ser para todos é tão propagada nos meios de comunicação? Por que a tecnologia deve ser apresentada como infalível ou neutra?
Essas perguntas servem como motivação para conhecer os textos, vídeos, filmes e diferentes cenários que dispomos nesse blog. Aqui, no entanto, os tripulantes da fase Turbulência, grupo B, não deixam resposta prontas, por acreditarem que o caminho é sempre parte de uma possível resposta. Você, assim como nós, temos a melhor máquina já criada para pensar, agir, sentir: o cérebro humano . Então, apertem seus cintos e sejam bem-vindos ao nosso blog. ;-)
Grupo B - Turbulências:
Sandro Gouvea
Suyane Lemos
Thainna
Siony Silva
Simone

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