sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Behavorismo, Humor e a Teoria Radical de Skinner

  O behaviorismo radical enfatiza que o comportamento do ser humano e dos outros organismos é como uma interação entre estímulos do ambiente e respostas do organismo. Esse comportamento é estruturado por três tipos de seleção: Filogenética, ontogenética e cultural. 
-A seleção filogenética se ancora nos repertórios compartilhados por uma mesma espécie, o qual é definido pela história evolutiva da mesma;
-A seleção ontogenética se denota ao repertório particular de cada indivíduo ou organismo, o qual é determinado por sua história de vida; 
-A seleção cultural se mostra pelo repertório compartilhado por indivíduos de uma mesma cultura, sendo este de maior importância para compreender o comportamento humano e de outros animais que apresentam algum tipo de comportamento social. 
         
        Assim, apesar de sofrer várias críticas, a teoria behaviorista, também, contribuiu para as ciências. 
      
    Uma de suas maiores críticas é quanto à forma como apresenta o desenvolvimento humano, que aconteceria do meio para o indivíduo. O condicionamento operante, assim chamado por Skinner, seria o resultado de um comportamento onde a relação entre a resposta e o estímulo que gera uma consequência, faria tais comportamentos repetirem ou serem negados em outras situações. Tudo dependeria do estímulo e resposta para criar comportamentos adequados.

     Uns dos grandes equívocos dos behaviorista é que, primeiramente, é necessário compreender as subjetividades humanas, como percepções, sentimentos, desejos, sonhos, entre outros. Esquecerem de conceber que o ser humano não é uma máquina que responde, automaticamente, aos comandos de acordo com alguns estímulos. Temos o que chamamos de livre arbítrio. Os homens não são máquinas. As máquinas e os instrumentos que são inseridas nos contextos tecnológicos, não são as soluções para os desafios que envolvem a humanidade. 

De forma humorística, este vídeo, mostra uma comédia sobre a teoria Behaviorista ou comportamental radical de Skinner. 

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