
O presente artigo, da revista Exame, age como um moderador de conceitos. Traz uma reflexão sobre a importância da tecnologia nos meios de comunicação e na vida cotidiana como um facilitador, já que relata que o excesso de tecnologia vem prejudicando a vida de muitas pessoas, tanto na dimensão das relações sociais, quanto na sua saúde.
Ele revela, também, a ideia de necessidade, refletindo a tecnologia como alicerce a evolução do ser humano, mas mostra que seu uso irrestrito, sem responsabilidade, pode causar males. A integração das realidades do mundo real com o imaginário é algo que não tem como mais voltar.
Na narrativa de David fundador da The School of Life, lembrou que " perdemos o poder da lentidão, por exemplo, de cultivar o pensamento lento, perdemos também a alegria da imperfeição. Afinal, estamos longe de sermos perfeitos seja no que for....acabando com a nossa privacidade, desrespeitando nosso ritmo psíquico, biológico e afetando até mesmo nossa saúde"(REVISTA EXAME, 2014).
Mas no belo findar, nos posta a pensar que a tecnologia foi criada pelo homem, seu principio e lógica hegemônica. Logo, somos melhores do que ela, e ela torna-se um auxilio a nossa evolução consciente. E de acordo com a definição dos livros de computação, "é o Elo entre o Homem e a Máquina. "
Uma análise do artigo:
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