Tecnologias na Educação
InMídias - Grupo B
terça-feira, 25 de abril de 2017
sábado, 15 de outubro de 2016
Turbulências - Equipe B -
Estamos caminhando para um grande aprendizado. Vimos neste momento que o saber é um direito de todos, e, que o desenvolvimento cognitivo é de cada sujeito . Desta forma, a evolução da tecnologia é para todos. O que percebe-se é que as tensões geradas pelas diferentes visões sobre a tecnologia e a educação, como a visão instrumental e o determinismo tecnológico precisam ser complementares, para evitar uma dicotomia infértil que não aponta caminhos para um novo pensar e um novo agir com relação aos desafios que já faziam parte do contexto escolar.
Existe a questão do individuo de ser e pertencer ao mundo em que vive. Para ser e pertencer em mundo que tem avanços tecnológicos como um construto humano, é necessário dar condições de acesso à essas inovações, bem como, apresentá-las de forma que o sujeito interaja com esses instrumentos levando em consideração suas percepções, seus sentimentos, sua historicidade e sua cultura. Ficamos lentos na forma que a tecnologia acontece, devido as restrições econômicas, sociais e interesses do sistema neoliberal nos impõe. O que é interessante a "massa" ter acesso? Por que a visão de que a tecnologia não pode ser para todos é tão propagada nos meios de comunicação? Por que a tecnologia deve ser apresentada como infalível ou neutra?
Essas perguntas servem como motivação para conhecer os textos, vídeos, filmes e diferentes cenários que dispomos nesse blog. Aqui, no entanto, os tripulantes da fase Turbulência, grupo B, não deixam resposta prontas, por acreditarem que o caminho é sempre parte de uma possível resposta. Você, assim como nós, temos a melhor máquina já criada para pensar, agir, sentir: o cérebro humano . Então, apertem seus cintos e sejam bem-vindos ao nosso blog. ;-)
Grupo B - Turbulências:
Sandro Gouvea
Suyane Lemos
Thainna
Siony Silva
Simone
Síntese...construindo
Existem várias teorias de aprendizagem, entre eles o Conectivismo. Mota (2009), destaca que a teoria do conectivismo de Siemens enfatiza que a aprendizagem “é, sobretudo e mais frequentemente, um processo com vários estádios e diferentes componentes”, sendo portanto um processo multidimensional, distribuídos por 4 quadro domínios: transmissão, emergência, aquisição e acreção (o que é acrescentado)
A aprendizagem por transmissão é baseada na aprendizagem tradicional, através de palestras. A aprendizagem de emergência dá destaque a reflexão e cognição.A aprendizagem por aquisição, é exploratória, cabendo ao aluno definir o conhecimento necessário para atingir os objetivos pessoais e educacionais. A aprendizagem por acreção é contínua. Ocorre ao longo da vida, e os recursos empregados nesse processo são os mais variados possíveis, inclusive com projetos bem e mal sucedidos.
Mota (2009), destaca que segundo Siemens não existe uma forma de transmissão melhor que a outra. É preciso contextualizar o aprendizado, e que o aprendizado seja parte da vida do aluno. Neste sentido as tecnologias passam a ser um facilitadoras para essa aprendizagem. O mesmo autor enfatiza que o Behaviorismo, o Cognitivismo ou o Construtivismo, são teorias de aprendizagem que não se beneficiavam dos recursos tecnológicos que existem atualmente. A aprendizagem segundo a teoria behaviorista serão lineares e focados na apresentação breve dos conteúdos e na avaliação rápida e voltada para a retenção do conhecimento transmitido. O professor possui todo o controle sobre o processo de formação e sobre o próprio ritmo da aprendizagem.
Já na perspectiva da Teoria Histórico-Cultural, a aprendizagem por meio da mediação dos instrumentos culturais, sejam eles simbólicos ou concretos. Segundo Vigotski (2007), “o bom aprendizado é somente aquele que se caminha-se ao desenvolvimento”.Essa teoria é adequada ao planejamento e desenvolvimento de cursos virtuais que visem o desenvolvimento de habilidades e competências relacionadas à aquisição de informações e reflexão individual. Além disso, o fato de considerar a relação entre sujeito e ambiente na construção do conhecimento, favorece o planejamento de atividad es que levam em conta os diferentes estilos de aprendizagem, pois valoriza a experiência do sujeito no seu contexto cultural.
Somos rodeados de relações interpessoais e somos sujeitos sociais. Os desafios do mundo nos estimulam a lutar constantemente para que possamos mudar a realidade que nos cerca. A relação com o outro acontece com o diálogo. A comunicação é um processo fundamental para o estabelecimento de parcerias. O trabalho em equipe é uma forma de se tornar mais leve aquilo que era pesado, compartilhando saberes, somando vivências em prol de um objetivo comum do grupo. O sujeito deve desenvolver autonomia para a construção da sua história que envolve o outro. Carregamos a história de nossa infância, adolescência com posturas familiares e trocas de vivências passadas que perpassam nossa forma de enfrentamento em relação aos desafios do mundo. Ao se relacionar com o outro estabelecemos uma ponte de troca de experiências.
Segundo Alencar (2005), Paulo Freire faz severas críticas como a tecnologia vem sendo apresentada [...] Não se trata, acrescentemos, de inibir a pesquisa e frear os avanços, mas de pô-los a serviço dos seres humanos. A aplicação de avanços tecnológicos com o sacrifício de milhares de pessoas é um exemplo a mais de quanto podemos ser transgressores da ética universal do ser humano e o fazemos em favor de uma ética pequena, a do mercado, a do lucro (FREIRE, 1996a, p. 147-148).
Segundo Alencar (2005), Paulo Freire faz severas críticas como a tecnologia vem sendo apresentada [...] Não se trata, acrescentemos, de inibir a pesquisa e frear os avanços, mas de pô-los a serviço dos seres humanos. A aplicação de avanços tecnológicos com o sacrifício de milhares de pessoas é um exemplo a mais de quanto podemos ser transgressores da ética universal do ser humano e o fazemos em favor de uma ética pequena, a do mercado, a do lucro (FREIRE, 1996a, p. 147-148).
Assim, na visão freiriana, a função dos avanços tecnológicos como parte do desenvolvimento ontológico do ser humano e o perigo do uso, sem uma preocupação com a dimensão humanizada do ser humano.É evidente que a mudança do processo educacional não está no uso do modelo tecnológico, mas na mudança das estratégias pedagógicas, e isso dependerá das políticas educacionais, do professor e da equipe pedagógica, e não somente do especialista em informática.
Somos seres históricos, carregados de experiências e de acordo com Paulo Freire (2006), a história morre quando o homem morre. Somos cheios de sentimentos, crenças, estamos abertos ao diálogo estando sempre em constante formação e busca pela aprendizagem. As teorias dialógicas apresentam a subjetividade, a reflexão interna, ações humanas solidárias buscando sempre uma transformação social.Assim, defender a promoção do diálogo, como atividades em grupo, ações sociais, e essa troca coletiva de saberes promove aprendizes mútuos, os espaços educativos se tornam mais democráticos e dialógicos. Os envolvidos neste processo têm liberdade de expor suas ideias de forma horizontal sem medo e uma cadeia de diálogo acontece promovendo o desenvolvimento do saber humano.
Somos seres históricos, carregados de experiências e de acordo com Paulo Freire (2006), a história morre quando o homem morre. Somos cheios de sentimentos, crenças, estamos abertos ao diálogo estando sempre em constante formação e busca pela aprendizagem. As teorias dialógicas apresentam a subjetividade, a reflexão interna, ações humanas solidárias buscando sempre uma transformação social.Assim, defender a promoção do diálogo, como atividades em grupo, ações sociais, e essa troca coletiva de saberes promove aprendizes mútuos, os espaços educativos se tornam mais democráticos e dialógicos. Os envolvidos neste processo têm liberdade de expor suas ideias de forma horizontal sem medo e uma cadeia de diálogo acontece promovendo o desenvolvimento do saber humano.
De acordo com Ferreira (2005, p.29), a formação do aluno deve passar por um processo que lhe dê acesso à palavra. Essas informações nos dão clareza das transformações procedimentais, comportamentais e conceituais que devem ser implementadas no processo de aprendizagem envolvendo além de fundamentos científicos e tecnológicos a incorporação de valores éticos e morais em relação à vida.
Referências:
ALENCAR, A. F. de O pensamento de Paulo Freire sobre a tecnologia: traçando novas perspectivas. Recife, 2005 – V Colóquio Internacional Paulo Freire. Disponível em: < http://www.paulofreire.org.br/asp/template.asp? secao=coloquios&sub=5coloquio>. Acesso em: 15.02.2010.
Artigo disponível em Disponível em: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/o-que-te-motiva/2014/01/13/tecnologia-e-humanidade Acesso em: 14/10/2016
EIDT, Nadia Mara; TULESKI, Silvana Calvo. O método da Psicologia Histórico Cultural, e suas implicações para se compreender a subjetividade humana. In: CIPSI- Congresso Internacional de Psicologia. Maringá, 2007, Maringá. ANAIS: CIPSI Congresso Internacional de Psicologia. Maringá: UEM, 2007.
Ferreira, A.C. (2005). O papel da educação em ciências e tecnologia no Brasil: um debate. Ciência e Cultura, v.57, nº. 4, p. 28 – 30.
FREIRE, Paulo. Vídeo: Seminário internacional: O simbólico e o diabólico. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=vWngCJZ04DI&feature=youtu.be Acesso em 04/08/2014.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa . Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
OLIVEIRA, Martha Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. 4.ed. São Paulo: Scipione, 2005.
VIGOTSKI, Lev S. A formação social da mente. 7.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
Avanços Tecnológicos, a educação e a psicologia, a discussão de um filme.
Veja este filme :-)
Um show de Truman
Fonte:
Site Só Filosofia Disponível em:
http://www.filosofia.com.br/vi_filme.php?id=15
Um show de Truman
Show de Truman Show de Truman: Um homem tem sua vida inteira filmada e transmitida ao vivo pela TV, 24 horas por dia via satélite para todo o mundo, desde o seu nascimento.
O filme começa a partir do episódio 10.909 desde o lançamento do Show. É o 30º ano ininterrupto de transmissão do "show" da vida de Truman Burbank como a primeira experiência de um "show real", pois Truman desconhece ser um personagem. Truman faz o “papel” de um corretor de seguros, é casado, e possui um amigo de infância, que sempre chega a sua casa com cervejas. Todos os dias cumprimenta seus vizinhos, da mesma forma, vai ao jornaleiro comprar revistas para sua mulher, encontra dois senhores que sempre prometem procurá-lo na seguradora.
Tudo acontece num grande estúdio, na verdade, o maior estúdio cinematográfico do mundo, que ao lado da Muralha da China é a única construção humana visível do espaço, é uma ilha chamada Seahaven: as casas, as ruas, os automóveis, o céu, o mar, a lua, o anoitecer, e a chuva, tudo se passa dentro de uma enorme cúpula, mas Truman não conhece esses limites. Ele nunca viajou, nunca saiu de sua cidade, nunca ultrapassou suas margens. Cerca de 5 mil câmeras, filmam cada movimento de Truman, milhares de pessoas trabalham dia e noite para que o show funcione com total verossimilhança com a realidade. É um mundo dentro de outro mundo.
O criador do programa é Christof. O programa é transmitido sem nenhuma interrupção, nem mesmo intervalo publicitário. A publicidade é feita de maneira diferente, explica Christof em uma das poucas entrevistas que concede que “tudo está à venda” o que os atores comem, roupas, até mesmo as casas em que vivem. O entrevistador continua a entrevista com Christof e pergunta “por que Truman nunca pensou até agora em questionar a natureza do mundo em que vive?” Christof reponde dizendo que “aceitamos a realidade do mundo tal qual ela nos é apresentada, Truman pode ir embora quando quiser." Se tivesse algo mais que uma mínima ambição, se estivesse absolutamente decidido a descobrir a verdade, não poderíamos impedi-lo. Truman prefere a sua cela.
O Show de Truman é uma variação muito interessante do Mito da Caverna de Platão, mas difere da alegoria de Platão em que apenas um prisioneiro se liberta para abandonar as sombras da caverna e conhecer o mundo real. No filme, há apenas um prisioneiro, e os demais atores que entram e saem dela. A fala do diretor do Show, Christof, está de acordo com a ideia do Mito da Caverna: poucos são os inclinados a distinguir entre o mundo das aparências e o mundo das realidades autênticas e poucos são os que se perguntam se vivem uma espécie de jogo de fantoches. Mas podemos imaginar, que se Platão visse o filme ele diria que nem mesmo Truman, deixando de considerar como reais as sobras que passam na parede e tivesse descoberto os objetos que produzem essas sombras, não teria saído da caverna, não o que Platão considera como caverna. Teria que existir um segundo despertar por Truman em direção ao mundo das Formas, um mundo mais verdadeiro que o nosso.
O livro VII da obra “A República” de Platão, mostra homens acorrentados, com o rosto voltado para o fundo de uma caverna, onde só enxergam sombras projetadas pelo fogo que há atrás deles, sombras que eles interpretam como as únicas realidades existentes. Se um deles sair da caverna, primeiramente, ficará ofuscado e precisará ser constrangido pelo hábito a ver as sombras, depois os objetos e depois o próprio Sol: se voltar para a caverna, não distinguirá mais nada, e os prisioneiros rirão dele e poderão até matá-lo.
É uma alegoria das relações entre o homem e os objetos da linha: nós somos esses prisioneiros; a caverna é o mundo sensível; o fogo que projeta as sombras é o sol; a saída da caverna é a ascensão para o inteligível: o homem liberto, ao voltar para a caverna, é a imagem do filósofo, escarnecido pelos ignorantes. A educação é essa ascensão da alma, à qual a cidade deve levar os mais dotados não para a felicidade deles, mas para que desçam de novo a fim de governar a cidade. Ficha Técnica Título Original: The Truman Show Gênero: Drama Tempo de Duração: 102 minutos Ano de Lançamento (EUA): 1998 Site Oficial: www.truman-show.com Estúdio: Paramount Pictures Distribuição: Paramount Pictures / UIP Direção: Peter Weir Roteiro: Andrew Niccol Produção: Edward S. Feldman, Andrew Niccol, Scott Rudin e Adam Schroeder Música: Philip Glass e Burkhart von Dallwitz Direção de Fotografia: Peter Biziou Desenho de Produção: Dennis Gassner Direção de Arte: Richard L. Johnson Figurino: Marilyn Matthews Edição: William M. Anderson e Lee Smith Efeitos Especiais: The Computer Film Company / Cinesite Hollywood / EDS Digital Studios
Fonte:
Site Só Filosofia Disponível em:
http://www.filosofia.com.br/vi_filme.php?id=15
Diálogos da turma no cenário do WhatSapp
Assista a "tecnologia_na_sala" no YouTube
Refletindo o nosso dia a dia em sala de aula
Trocas a partir, do desenho dos Simpsons enviado pelo professor Wagner.
Essa é a grande realidade. Negamos os avanços tecnológicos que não sabemos utilizá-lo. Mas, quando nos pedem algo de "nossa cabeça" acabamos utilizando as tecnologias que dominamos o seu uso. Além disso, utilizamos tecnologia desde da hora de acordar: despertador, caneta, enxaguante bucal, taça, rádio, TV, bola para pilates, entre outros...mas o que nos faz reconhecer equivocadamente.
Ainda, é recorrente o mito que para ser tecnologia tem que ser algo contemporâneo.
Faço uma crítica, como mãe, infelizmente, em nome do sucesso individualista, que devemos conquistar na vida profissional e pessoal, estamos esquecendo do sucesso da individuação dos sujeitos. Neste caso, as crianças, antes para os mais abastado eram delegadas às amas-de-leite, depois com a revolução industrial delegadas ao trabalho escravos, depois às babás, depois as TV assumiu o papel de " cuidadora", depois foi a era dos Atari, Nintendo.
Agora estamos na fase de delegar a educação dos nossos filhos aos PlayStation, aos celulares e tablets. Enfim, quantos pais aproveitam das inovações tecnológicas para satisfazer a vontade das crianças, aliando o útil à necessidade de ter tempo maior, amenizando a sua consciência em não ter tempo para brincar com outros tipos de brincadeiras que exigem uma interatividade física? É fácil culpar a tecnologia, quando nos convêm!
Teoria Histórico Cultural
Segundo Vigotski (2007), “o bom aprendizado é somente aquele que se caminha-se ao desenvolvimento”. O aprendizado acontece com o desenvolvimento mental e processos de desenvolvimento acontecem por meio das funções psicológicas culturalmente organizadas. A aprendizagem acontece quando, a partir da atuação do sujeito aprendiz sobre o ambiente, ocorrem descobertas que levam ao aprimoramento e a uma nova adaptação das estruturas mentais desse sujeito.
Conforme Oliveira (2005), o ensino precisa ser organizado com procedimentos adequados, de maneira tal, que possibilite aprendizagens significativas, as quais promovam o desenvolvimento das funções psíquicas dos educandos conforme Vigotski defende, já que a aprendizagem é o motor do desenvolvimento. O psiquismo humano inicia onde termina a evolução biológica, sendo essa linha do desenvolvimento histórico ou cultural da conduta do homem um processo que deixa de ser naturalizado e que os indivíduos passam a compreender que quanto mais ensino, mais aprendizagem, mais desenvolvimento.
O livro Pedagogia da Autonomia traz reflexões acerca da postura dos educadores enquanto seres críticos, desafiadores, reflexivos. Todo professor é aprendiz. As relações de aprendizagem devem propiciar uma relação horizontal de busca do novo. Devemos estar abertos para o novo, a aceitação do diferente com humildade. O respeito em relação à autonomia do educando deve ser constante. Todo ser é repleto de experiências, de histórias, de vivências. Devemos motivar ricas trocas de experiências. Manter uma postura ética e justa, isenta de preconceitos e discriminação promovendo assim relações de trocas de saberes pautado no respeito e no diálogo. Paulo Freire valoriza a troca de experiências tanto do docente quanto do discente. “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”. A preocupação não deve ser apenas transmitir conteúdos, se caracterizando em um ensino conteudista, mas o educador deve estar voltado em uma prática em que faz seu educando a pensar, a criticar, analisar, questionar, perguntar e instigar, métodos estes que devem ser implantados em sala de aula, fazendo com que os alunos se tornem cidadãos críticos e autônomos na sociedade vigente (FREIRE, 2006).
De acordo com Ferreira (2005, p.29), a formação do aluno deve passar por um processo que lhe dê acesso à palavra. Essas informações nos dão clareza das transformações procedimentais, comportamentais e conceituais que devem ser implementadas no processo de aprendizagem envolvendo além de fundamentos científicos e tecnológicos a incorporação de valores éticos e morais em relação à vida.
Veja alguns pensadores dessa teoria...
https://flic.kr/p/NcXfsD
Veja alguns pensadores dessa teoria...
https://flic.kr/p/NcXfsD
FERREIRA, A.C. (2005). O papel da educação em ciências e tecnologia no Brasil: um debate. Ciência e Cultura, v.57, nº. 4, p. 28 – 30.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa . Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
OLIVEIRA, Martha Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. 4.ed. São Paulo: Scipione, 2005.
VIGOTSKI, Lev S. A formação social da mente. 7.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
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